Música

Mastodon
2008
Musicalmente este disco é fantástico.. Uma parede sonora que de riffs poderosas e radiantes melodias de teclados ao fundo. O vocal alterna entre agressividade e suavidade, mantendo uma dramaticidade constante. Está entre os grandes lançamentos do Heavy Metal moderno.
Classificado como 4.5 de 5
Mastodon
2006
Existe uma coleção interessante de acertos. Tudo aqui funciona: boas ideias harmônicas cadenciadas com peso e atmosfera, boa produção, boa mixagem, bons riffs, bons solos, bom uso de teclados, vocal interessante, letras e conceitos interessantes.
Classificado como 4.5 de 5
Mastodon
2004
Existe uma estranha junção entre agressividade titânica e beleza celestial nas imagens do disco, desde a capa (magnífica) até as letras. Constrastes interessantes que evocam beleza e imagens pesadelares de um mar selvagem: sangue, trovão, vísceras, figados, pulmões e bestas marítimas.
Classificado como 4.5 de 5
Chick Corea
2013
São 3 horas e 24 minutos de performances complexas alternadas entre improvisos e demonstrações de virtuose e swing. Um dos melhores discos ao vivo da carreira de Corea.
Classificado como 5 de 5
Chick Corea
2013
É considerado por muitos críticos um dos melhores e multifacetados álbuns de Corea em décadas. O disco prova que misturar música acústica e elétrica não é mais o anátema que já foi.
Classificado como 4.5 de 5
Chick Corea
2003
Rendezvous in New York é um disco essencial para amantes da carreira de Chick Corea e do Jazz em geral
Classificado como 5 de 5
Chick Corea
1997
Mesmo com idade já um pouco avançada, Corea ainda mostrava inquietude e vigor criativo, criando aqui um trabalho vivo e multifacetado de Jazz moderno.
Classificado como 4 de 5
Chick Corea
1981
Apesar de todos os músicos serem espetaculares, o que mais se destacou nesse disco é o fabuoloso Eddie Gómez. Há várias performances magníficas de contrabaixo ao longo de todo disco.
Classificado como 4.5 de 5
Chick Corea
1972
Dificilmente músicas improvisadas conseguem ser tão coerentes e melódicas - o bom entrosamento artístico de Corea e Burton (que beira um casamento espiritual) possibilitaram isso.
Classificado como 4 de 5
Chick Corea
1979
Nada menos que um maravilhoso recital de Jazz feito em Zurique com o pianista Chick Corea e o vibrafonista Gary Burton.
Classificado como 4.5 de 5
Chick Corea
1972
Este álbum apresenta a estreia de instrumentos eletrônicos para a carreira solo de Corea. O disco mistura de "spacy electric-piano fusion" com ritmos brasileiros e latinos. É tudo muito quente, leve e arejado, como uma brisa suave em uma praia tropical - ao mesmo que tem uma atmosfera espacial "weird".
Classificado como 5 de 5
Chick Corea
1968
Now He Sings, Now He Sobs é um disco de Jazz, ou seja, tem seus pés cravados na cultura afro-americana como base. Ao mesmo tempo, busca pronunciar um conceito chinês do I Ching, homenagear o expressionismo francês de Debussy, a música brasileira e, além de tudo, expressar influência hispânica implícita do seu autor.
Classificado como 4.5 de 5
Mastodon
2002
Remission é uma reflexão de perdão de algo que normalmente assume um aspecto de imperdoabilidade. Existe uma dicotomia intrínseca nesta situação que acaba sendo refletida no album através do equilíbrio de dualidades: extremo e progressivo, violento e suave, insano e bonito.
Classificado como 4 de 5
Sueye Park
2021
Quem melhor para nos pegar na mão e nos ecaminhar para essa densa floresta funambulesca da música clássica moderna do que uma das violinistas mais aclamadas desta geração. Uma menina de 20 e poucos anos, muito mais nova que você provavelmente. Um farolzinho de esperança nascido dessa geração Z.
Classificado como 4.5 de 5
Niccolò Paganini, Emanuel Vardi
2007
Pra quem conhece Paganini, sabe que as suas execuções são demonicamente difíceis. Na viola, onde a distância entre as notas é maior e o tempo de resposta das cordas mais lento, elas são ainda mais complicadas. A proeficiência de Vardi se traduz num som ríspido e paradoxalmente cristalino.
Classificado como 5 de 5
Trivium
2021
In the Court of the Dragon colocou o Metalcore numa perspectiva que nunca tinha visto uma banda colocar. O disco é tão ou mais teatral, operístico, assombroso e espectral que qualquer disco de Metal Sinfônico que já ouvi. Em suma, o disco ensinou o Metalcore ser épico.
Classificado como 5 de 5
Trivium
2020
Pra mim, não é um disco espetacular, mas possui consistência, diversidade, energia e habilidade de composição. O Trivium parece ter acertado os ponteiros e já pode ser considerado um dos maiores nomes da música pesada moderna.
Classificado como 3.5 de 5
Trivium
2017
The Sin and the Sentence quebra um jejum da banda de quase 10 anos sem lançar algo realmente interessante. Um dos seus melhores.
Classificado como 5 de 5
Trivium
2015
Mesmo com bons momentos, alguns bons riffs e a mudança de direcionamento, o disco sofre do mesmo mal dos dois discos anteriores (Vengance Falls e In Waves), que é a falta de personalidade e ausência de um grande destaque. Silence in the Snow pode ser um disco muito diferente comparado a própria discografia do Trivium, mas ainda é genérico e esquecível no quadro geral do Heavy Metal.
Classificado como 2 de 5
Trivium
2014
Temos aqui um disco que é bem texturizado e com bons riffs - mas excessivamente mecânico e sem personalidade.
Classificado como 2.5 de 5
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