Música

Charli XCX
2024
Embora eu não goste do som, Charli XCX transforma insegurança, inveja, ambição e medo da maternidade em um dos retratos mais honestos da subjetividade feminina contemporânea.
Classificado como 3.5 de 5
Caterina Barbieri
2021
Oito maneiras de desintegrar uma mesma música
Classificado como 4 de 5
Avalon Emerson
2026
Writter Into Changes resgata a atmosfera da New Wave e do Dance Punk em uma mistura envolvente de Synth Pop, Dream Pop e Club Music
Classificado como 4 de 5
Megadeth
2026
Esperava mais, mas Megadeth entrega um encerramento coerente para quatro décadas de carreira
Classificado como 3 de 5
Caterina Barbieri
2019
Entre sequenciadores, arpejos matemáticos e vertigens cósmicas, Caterina Barbieri recupera a dimensão utópica e extática da música eletrônica
Classificado como 5 de 5
Adam O'Farrill
2026
Adam O'Farrill constrói um jazz fluido e imagético, em que os instrumentos parecem estar constantemente se transformando
Classificado como 5 de 5
Caterina Barbieri
2018
O terceiro disco de Caterina Barbieri transforma violoncelo e sintetizadores em uma paisagem espectral, híbrida e hipnótica, situada entre o minimalismo, a música eletroacústica e a experimentação eletrônica.
Classificado como 3.5 de 5
Paulinho da Costa
1984
Funk, boogie, soul, jazz e percussão brasileira se encontram em um dos discos mais sofisticados e exuberantes da música brasileira dos anos 1980.
Classificado como 4 de 5
Caterina Barbieri
2017
No segundo álbum de Caterina Barbieri, loops, sintetizadores e estruturas espirais transformam a música eletrônica minimalista em uma experiência hipnótica, contemplativa e quase transcendental.
Classificado como 5 de 5
Caterina Barbieri
2014
Em Vertical, a compositora italiana transforma sintetizadores, frequências e repetições em uma experiência sonora espacial, hipnótica e quase física.
Classificado como 4.5 de 5
Minako Yoshida
1982
Em seu décimo álbum de estúdio, a cantora japonesa substitui o calor do City Pop por uma estética minimalista, eletrônica e deliberadamente artificial,
Classificado como 3.5 de 5
Rhododendron
2026
Em seu segundo álbum, o Rhododendron combina Math Rock, Drone, Jazz e Post-Hardcore para construir uma obra instrumental pesada.
Classificado como 3.5 de 5
Masayoshi Tanaka
1978
Masayoshi Takanaka transforma a imagem idealizada do Brasil em um exuberante exercício de jazz fusion, revelando tanto o fascínio estrangeiro pela cultura brasileira quanto os limites dessa representação.
Classificado como 3.5 de 5
All Them Witches
2026
All Them Witches transforma influências que vão de Led Zeppelin ao Doom Metal em um álbum que homenageia a tradição do rock sem abrir mão de personalidade própria.
Classificado como 4 de 5
Gorillaz
2023
Em Cracker Island, o Gorillaz abandona a crítica tecnológica superficial para retratar uma geração aprisionada pela lógica das plataformas digitais.
Classificado como 3.5 de 5
Scythe of Luna
2017
A colaboração entre Scythe of Luna e Yakui The Maid revela a força criativa das cenas musicais que floresceram na internet.
Classificado como 4.5 de 5
マンハッタン・イン・ザ・レイン
Kingo Hamada
1980
O álbum de estreia de Kingo Hamada revela um estágio embrionário do gênero, sustentado por arranjos sofisticados e uma notável fusão entre Jazz, Soul, Funk e AOR.
Classificado como 5 de 5
Herbie Hancock
1983
Como Herbie Hancock transformou a precisão eletrônica do electro-funk em uma nova linguagem para a improvisação jazzística.
Classificado como 5 de 5
Converge
2026
O segundo álbum lançado pela banda em 2026 aposta em riffs brutais, objetividade e agressividade do começo ao fim.
Classificado como 4 de 5
セカンド
Midori
2007
Entre o jazz e o hardcore punk, a banda japonesa constrói um dos álbuns mais intensos e tecnicamente sofisticados de sua geração.
Classificado como 5 de 5
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