Rock Progressivo

SLIFT
2026
O quarto álbum do trio francês transforma sua psicodelia espacial em uma experiência árida e claustrofóbica, articulando Doom Metal, Space Rock e Rock Progressivo para narrar uma distopia marcada pelo medo, pela xenofobia e pela desumanização.
Classificado como 4.5 de 5
Van Der Graaf Generator
2011
Como o Van der Graaf Generator usa a matemática, o tempo e a falha como metáforas de maturidade, limite e continuidade artística em um de seus discos mais lúcidos
Classificado como 3.5 de 5
PAGEANT
1987
O título Abysmal Masquerade — literalmente, “máscara abissal” — pode ser lido como uma metáfora do próprio projeto estético da banda: uma encenação sonora em que o esplendor sinfônico serve de máscara para algo mais profundo, talvez sombrio ou introspectivo.
Classificado como 5 de 5
The Mars Volta
2023
O recurso da “versão acústica” tornou-se um tropo comum no rock — muitas vezes, apenas um expediente para prolongar a vida comercial de um álbum por mais alguns anos. Que Dios Te Maldiga Mi Corazón, embora possa cumprir esse papel, soa mais como uma obra completa e artística, carregando um peso próprio que vai além da simples curiosidade de catálogo.
Classificado como 4 de 5
Rick Wakeman
1976
Uma das obras mais interessantes e originais do Rock Progressivo
Classificado como 5 de 5
Van Der Graaf Generator
1970
Se Pawn Hearts fosse um personagem, seria um jovem poeta bêbado, de roupas amarrotadas, deitado nas escadarias da Catedral de Canterbury - essa é a imagem que me vem a cabeça, você que decifre o que eu quis dizer.
Classificado como 5 de 5
Van Der Graaf Generator
1976
Still Life é a síntese poética de uma combinação peculiar de heavy metal, goth rock, rock progressivo e jazz — sem se parecer exatamente com nenhum desses gêneros. É um disco único, que sublima categorizações fáceis e continua a ressoar profundamente em mim, mesmo após tantas escutas.
Classificado como 5 de 5
Gentle Giant
1974
The Power and the Glory, sexto disco de estúdio do Gentle Giant, lançado em 1974, é possivelmente um dos álbuns mais conhecidos e, ao mesmo tempo, mais difíceis da banda.
Classificado como 4.5 de 5
Camel
1976
Flauta suave, piano Rhodes, Moog, órgão e guitarras melódicas (ao mesmo tempo ásperas) se combinam a uma cozinha simples, formando uma proposta que parece querer se aproximar da música do movimento canteburiano – a cena inglesa dos anos 60 que buscava a fusão de jazz, rock progressivo e psicodelia.
Classificado como 4 de 5
Gentle Giant
1975
Embora todas as faixas do disco apresentem qualidades excepcionais, minhas preferidas são On Reflection, Free Hand, Talybont e Mobile, que exemplificam a genialidade da banda e a riqueza sonora do álbum.
Classificado como 4.5 de 5
螺鈿幻想
Pageant
1986
O álbum é impecável. Realmente impecável pra mim. Talvez o melhor que eu ouvi em anos. A mistura estética entre Japão e da Europa rural e mística deve ser o suprassumo da beleza.
Classificado como 5 de 5
Van Der Graaf Generator
1970
O álbum "The Least We Can Do Is Wave to Each Other" não apenas representa a estreia oficial do Van der Graaf Generator, mas também marca um ponto crucial na jornada musical da banda, onde suas influências, criatividade e talento se fundem para criar uma obra que transcende gêneros e se destaca como uma expressão única do Rock Progressivo da época.
Classificado como 4.5 de 5
Kyros
2020
Celexa Dreams é um excelente álbum e Kyros já está consagrada entre as minhas bandas favoritas
Classificado como 5 de 5
Kyros
2024
Fui ouvir o novo disco deles e simplesmente adorei. Podemos notar em Kyros um leque de influências que não apenas ficam no Rock Progressivo, mas na música Pop dos anos 80. Podemos identificar aqui um pouco de Genesis, Phil Collins, Muse, Porcupine Tree, Dream Theater, Marillion, Yes, Rush, Duran Dura, Kate Bush e Tears for Fears.
Classificado como 5 de 5
Rolar para cima