Música

Massahara
2011
Tudo nesse trabalho funciona de maneira extraordinária: os riffs, os solos, a interação entre guitarra e teclado, a solidez da cozinha de baixo e bateria, o timbre dos instrumentos, a performance do vocalista, as mudanças rítmicas e até mesmo as letras. É impressionante como acertaram em absolutamente tudo.
Classificado como 5 de 5
Hideki Naganuma
2012
A trilha sonora de Jet Set Radio Future se destaca como um dos trabalhos mais complexos e fascinantes de remixes e colagens sonoras que já ouvi. Naganuma consegue mesclar com maestria elementos de música eletrônica, funk e influências diretas de Funkadelic, criando uma paisagem sonora singular.
Classificado como 5 de 5
Andrew Hill
1989
Com bases sólidas no post-bop, o álbum incorpora influências da música caribenha e da bossa-nova, especialmente em Samba Rasta. O destaque, além do próprio Andrew Hill, é Bobby Hutcherson, cujo vibrafone acrescenta um caráter mais latino e colorido ao som do grupo.
Classificado como 4 de 5
Ozzy Osbourne
1981
O virtuosismo de Rhoads não pode ser dissociado da percepção de sua brevidade. Assim, de forma póstuma, Diary of a Madman se torna ainda maior, funcionando ao mesmo tempo como obra-prima e epitáfio.
Classificado como 5 de 5
David Lynch, Alan Splet e Peter Ivers
1982
A trilha sonora de Eraserhead não apenas molda a atmosfera: ela é a atmosfera
Classificado como 5 de 5
The Mars Volta
2023
O recurso da “versão acústica” tornou-se um tropo comum no rock — muitas vezes, apenas um expediente para prolongar a vida comercial de um álbum por mais alguns anos. Que Dios Te Maldiga Mi Corazón, embora possa cumprir esse papel, soa mais como uma obra completa e artística, carregando um peso próprio que vai além da simples curiosidade de catálogo.
Classificado como 4 de 5
Rick Wakeman
1976
Uma das obras mais interessantes e originais do Rock Progressivo
Classificado como 5 de 5
Sd Laika
2013
That’s Harakiri reúne faixas compostas entre 2011 e 2012, cuja estética sonora permanece fiel ao que Laika já havia esboçado no EP: colagens abruptas de timbres dissonantes, melodias espectrais, camadas de distorção digital e um senso de estrutura que desafia a linearidade tradicional.
Classificado como 4.5 de 5
人間
385
2013
São 11 faixas de distorção caótica, estruturas não lineares e dissonantes, vocais gritados, batidas sincopadas, dinâmicas contrastantes e muita experimentação.
Classificado como 5 de 5
Charles Mingus
1974
O disco captura uma banda em estado de combustão, alimentada por polirritmia, tensões harmônicas, espiritualidade e ousadia formal. Se há um momento em que o jazz parece se reconfigurar ao vivo, sem concessões e sem perder a alma, é neste álbum. Mais que um show, Mingus at Antibes é uma revelação.
Classificado como 5 de 5
Anli Sugano
1983
O disco transita por zonas seguras do smooth jazz e do easy listening, mas é bem tocado, bem gravado e bem cantado — não tenho do que reclamar.
Classificado como 3 de 5
Bixiga 70
2023
Vapor mostra uma banda segura do que faz, com arranjos bem definidos e um repertório que combina diferentes influências sem parecer forçado. É um disco que vale a escuta e funciona tanto para quem quer prestar atenção nos detalhes quanto para quem quer apenas ouvir boa música instrumental.
Classificado como 4 de 5
Iron Maiden
1980
Mais do que um cartão de visitas, o primeiro disco do Iron Maiden é uma declaração de intenções. Ele marca o nascimento de uma das maiores bandas da história do rock, já com identidade própria e ambição artística. Seu impacto não se resume ao heavy metal — é uma obra que inspirou gerações de músicos e fãs ao redor do mundo. Revisitá-lo não é apenas um exercício de nostalgia: é redescobrir o poder da criatividade quando aliada à paixão bruta pela música.
Classificado como 5 de 5
The Pointer Sister
1981
Um trabalho elegante e cativante – fruto da combinação de um grupo brilhante, um produtor talentoso e excelentes compositores.
Classificado como 4 de 5
Kangaroo
1986
Trata-se de um trabalho com levadas dançantes e sincopadas, marcado por uma forte presença de sintetizadores e um groove intenso.
Classificado como 3 de 5
Asian Glow
2025
11100011 ecoa uma beleza resignada — de aceitação, fragilidade, tensão entre quietude e movimento, entre saudade e perda, estagnação e fluxo, isolamento e desejo de conexão
Classificado como 4 de 5
Yellow Magic Orchestra
1978
Não estamos falando de um álbum comum ou trivial: sua influência na música é gigantesca, especialmente na música eletrônica. Trata-se de um dos discos que mais contribuíram para o desenvolvimento do synth-pop, do hip hop, do techno — especialmente o bleep techno — e, não menos importante, das trilhas sonoras de videogames.
Classificado como 5 de 5
Hitomi Tohyama
1982
Five Pennys cumpre bem seu papel: é uma escuta leve, ocasional e agradável, sem pretensões artísticas elevadas, mas também sem tropeços evidentes. Os arranjos são bem executados, os vocais adequados, e o conjunto resulta em um produto coeso — ainda que previsível.
Classificado como 3.5 de 5
Iron Maiden
1983
Piece of Mind consolida muitos dos fundamentos do Iron Maiden: letras com influências cinematográficas, literárias, místicas e mitológicas; performances vocais carregadas de dramaticidade; e uma fusão entre o rock progressivo de bandas como Nektar e Jethro Tull e o rock and roll cru dos anos 70, no estilo de Montrose — artistas que seriam homenageados pelo Iron Maiden em singles e reedições especiais deste e de outros álbuns.
Classificado como 5 de 5
Charles Mingus
2024
Embora Incarnations seja mais uma coletânea de takes alternativos do que um álbum perdido, a inclusão de "All the Things You Are (All)" a torna uma audição essencial para os fãs de Mingus e uma ótima maneira de revisitar um artista em um momento de equilíbrio estilístico.
Classificado como 5 de 5
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