Música

Phillip Walker
1973
É um disco bastante fundamentado no Chicago Blues: instrumentação elétrica, ritmo mais acelerado e marcado, com influência do swing e do jazz, e um vocal carregado, com muita influência do soul.
Classificado como 3.5 de 5
タクラマカン
Yoshiko Sai
2008
Taklamakan não traí o espírito dos primeiros trabalhos; pelo contrário, confirmava-o: composições variadas e ecléticas, onde a voz de Yoshiko Sai reivindica a centralidade de protagonista — uma voz que é ao mesmo tempo lírica, ríspida e fantasmagórica.
Classificado como 5 de 5
Uriah Heep
1978
Fallen Angel é disco despojado de AOR, hard rock melódico e glam rock.
Classificado como 3.5 de 5
Andrew Hill
2002
O disco, como um todo, se assemelha a uma fanfarra alternada de interlúdios contemplativos com colorações instrumentais variadas. Bravíssimo!
Classificado como 5 de 5
Andrew Hill
1964
As notas de Hill são agradáveis, mas, se ouvidas com atenção, revelam rupturas e um virtuosismo ousado. O mesmo se aplica às intervenções de John Gilmore. O vibrafone de Hutcherson complementa as melodias de Hill com delicadeza, enquanto a base rítmica de Chambers e Davis sustenta as camadas dessas performances incríveis.
Classificado como 4 de 5
Van Der Graaf Generator
1970
Se Pawn Hearts fosse um personagem, seria um jovem poeta bêbado, de roupas amarrotadas, deitado nas escadarias da Catedral de Canterbury - essa é a imagem que me vem a cabeça, você que decifre o que eu quis dizer.
Classificado como 5 de 5
トラブル・イン・パラダイス
Anri
1986
Na carreira de Anri, não é raro encontrar solos de baixo, teclado e bateria em suas canções — algo incomum no universo pop mais comercial (talvez apenas Prince, entre os artistas mais conhecidos, tivesse uma preocupação semelhante). Neste álbum, a faixa The Torch se destaca por um memorável solo de gaita de Mark Feltham. É a melhor faixa do disco, que é composto por boas canções no geral. Um ótimo trabalho de Anri.
Classificado como 4 de 5
The Pointer Sisters
1983
Break Out não apenas revitalizou a carreira das Pointer Sisters, mas também deixou um legado duradouro na música pop e dance. Com hits icônicos, produção impecável e uma sonoridade que capturou o espírito dos anos 80, o álbum continua sendo celebrado como um dos mais importantes da era. Para as Pointer Sisters, Break Out foi, de fato, um momento de ruptura e ascensão, consolidando-as como um dos grupos vocais mais influentes de sua geração.
Classificado como 5 de 5
Judas Priest
1984
Para qualquer lado que eles apontem nesse disco, acertam em cheio, o que torna difícil escolher uma música favorita. Meu lado metaleiro quer optar por Freewheel Burning, Jawbreaker e The Sentinel. Já meu lado Hard Rock fica dividido entre Rock Hard Ride Free, Some Heads Are Gonna Roll ou a bela semi-balada Night Comes Down. E, claro, meu lado gay não hesita em escolher Eat Me Alive.
Classificado como 5 de 5
Salvia Palth
2013
A força de Melanchole não está necessariamente na complexidade musical ou nas letras – que são simples  e, muitas vezes, ininteligíveis, engolidas por camadas de ruído e instrumentação densa. A força, ao meu ver, está no objetivo do álbum em construir um sentido impresso de caos melancólico
Classificado como 3.5 de 5
Uriah Heep
1977
Innocent Victim é um álbum com altos e baixos, onde os momentos altos não são excepcionais e os baixos não chegam a ser ruins. Definitivamente, não é um disco essencial para quem não é fã da banda, mas tem seus méritos.
Classificado como 3 de 5
Van Der Graaf Generator
1976
Still Life é a síntese poética de uma combinação peculiar de heavy metal, goth rock, rock progressivo e jazz — sem se parecer exatamente com nenhum desses gêneros. É um disco único, que sublima categorizações fáceis e continua a ressoar profundamente em mim, mesmo após tantas escutas.
Classificado como 5 de 5
Iron Maiden
1981
Killers é uma mistura crua e maravilhosa de Judas Priest, Deep Purple, Genesis e Supertramp. Diferente do álbum de estreia e de tudo que veio depois.
Classificado como 5 de 5
Ringo Star
2025
Sua voz está rudemente emotiva, suas letras são adoravelmente bobinhas, e seu senso de humor continua sendo satíri
Classificado como 4 de 5
Andrew Hill
1991
Trata-se de um disco de post-bop, fiel ao estilo da Blue Note e à década de 1950: complexo, harmonicamente ousado, com improvisações livres e ênfase em melodias rápidas.
Classificado como 4 de 5
Mariya Takeuchi
2007
Neste disco, encontramos todos os elementos clássicos do Kayōkyoku, o que pode frustrar quem estava à procura de um álbum de City Pop. No entanto, não se pode dizer que seja um disco ruim. Longe disso. As melodias são bonitas, os arranjos são bem feitos e certamente seria uma ótima opção para karaokês.
Classificado como 3 de 5
Mariya Takeuchi
2014
Um disco descontraído, agradável e bem executado. Quer mais o que?
Classificado como 4 de 5
Prince
1985
O álbum apresenta uma psicodelia opulenta, com letras repletas de imagens religiosas enigmáticas, misticismo bizarro e metáforas confusas. Os arranjos, com texturas de guitarra, teclados, violinos e instrumentos não convencionais, se fundem em uma paisagem sonora que, de maneira estranha, parece mesclar World Music, Neo-psicodelia, Pop, Dance-Rock, Funk, R&B, Soul e outros estilos que provavelmente ainda não conseguimos nomear.
Classificado como 5 de 5
Gentle Giant
1974
The Power and the Glory, sexto disco de estúdio do Gentle Giant, lançado em 1974, é possivelmente um dos álbuns mais conhecidos e, ao mesmo tempo, mais difíceis da banda.
Classificado como 4.5 de 5
Prince
1978
For You é um excelente trabalho de estreia: coeso, metódico, agradável e com pelo menos uma das melhores (e mais subestimadas) músicas de sua carreira.
Classificado como 4 de 5
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