Música

Judas Priest
2018
O álbum apresenta muitos "fluxos e refluxos", resultando em uma sonoridade variada, moderna, e que sumariza muito bem o que é o Judas Priest (e o próprio Heavy Metal tradicional): riffs rápidos, ganchos melódicos, vocais agudos, orientação operística e ufanismo homoerótico.
Classificado como 5 de 5
Prince
1989
No final das contas, Batman é um pastiche festivo que mistura Dance-Rock, R&B e Funk. Um disco despretensioso e divertido.
Classificado como 3.5 de 5
Anri
2017
O tom do álbum é leve e acessível, fazendo com que o ouvinte se envolva facilmente com a música — ideal para uma playlist de dança ou momentos de descontração.
Classificado como 3.5 de 5
Prince
1991
Este álbum possui uma sonoridade mais acessível, uma produção mais polida e é visivelmente mais voltado para o mainstream, sem abrir mão da criatividade e de uma boa dose de sofisticação, que são marcas registradas de Prince.
Classificado como 3.5 de 5
Camel
1976
Flauta suave, piano Rhodes, Moog, órgão e guitarras melódicas (ao mesmo tempo ásperas) se combinam a uma cozinha simples, formando uma proposta que parece querer se aproximar da música do movimento canteburiano – a cena inglesa dos anos 60 que buscava a fusão de jazz, rock progressivo e psicodelia.
Classificado como 4 de 5
Gentle Giant
1975
Embora todas as faixas do disco apresentem qualidades excepcionais, minhas preferidas são On Reflection, Free Hand, Talybont e Mobile, que exemplificam a genialidade da banda e a riqueza sonora do álbum.
Classificado como 4.5 de 5
System of a Down
2001
A combinação única de influências multiculturais e o retrospecto do contexto ressignificaram, para mim, Toxicity como um produto de época que ressoa em mim uma estranha nostalgia.
Classificado como 5 de 5
Ai Kamano
2022
Ai Kamano flutua entre o folk (a natureza), o erudito (a humanidade) e a música sintética (o pós-humano) com uma beleza peculiar.
Classificado como 4.5 de 5
Yeule
2019
A primeira coisa que me chamou atenção em yeule foi seu visual. A música foi a segunda coisa que notei, e talvez essa seja a melhor forma de conhecer essa artista. Yeule tem um apelo visual muito marcante, então, além de ouvir suas músicas, eu sugiro dar uma olhada em seus videoclipes, que são belamente produzidos. Música, moda e videoclipes são extensões naturais de sua identidade artística.
Classificado como 4 de 5
yeule
2023
O softscars percorre vários temas atuais e nos mostra como a cultura digital pode ser tão despretensiosa quanto um vídeo no TikTok e, ao mesmo tempo, tão assustadora quanto uma notificação no aplicativo de um amigo que resolveu que não quer mais viver.
Classificado como 5 de 5
Iron Maiden
2000
Brave New World se tornou o arquétipo e melhor representante do "típico disco de heavy metal tradicional dos anos 2000": extremamente conciso, cativante, simples, levemente orquestrado, com solos cantarolantes (no melhor estilo Wishbone Ash), ao mesmo tempo cru e melódico, repleto de momentos memoráveis, com ascensos moderados ao hard rock dos anos 70 e ao rock progressivo e paradoxalmente moderno.
Classificado como 5 de 5
Uriah Heep
1972
O trabalho acústico, combinado com os vocais agudos e harmonizados, imprime uma leveza e uma fragilidade "pagã" e "pastoril", típicas do folk, que contrastam com o órgão Hammond, conferindo uma expressividade mística mais severa e "cristã", características do gospel.
Classificado como 5 de 5
{{{iii}}}
2023
{{{iii}}}, lançado em 2023, é um trabalho e é tão obscuro quanto intrigante. Se assemelha mais a um quadro pós-moderno traduzido em som do que a um álbum de música de fato.
Classificado como 3 de 5
天使のいない街で
Blurred City Lights
2024
tenshi no iinai machide foi uma experiência bastante satisfatória para mim, e espero que a banda lance outros álbuns no futuro.
Classificado como 4 de 5
螺鈿幻想
Pageant
1986
O álbum é impecável. Realmente impecável pra mim. Talvez o melhor que eu ouvi em anos. A mistura estética entre Japão e da Europa rural e mística deve ser o suprassumo da beleza.
Classificado como 5 de 5
Atlantic
2024
Another World é um disco modesto, com uma proposta simples, mas eficaz em sua abordagem.
Classificado como 3 de 5
djeii e deadperxx
2022
HARAJUKU, o único disco de reggaeton que eu ouvi e gostei até agora, parece reunir todo esse contrassenso em uma proposta que mistura certa lascívia selvagem típica do bads boys/bosozoku com os tormentos do otaku/hikikomori perturbado em seu quarto escuro, sonhando com esposas robôs. O resultado dessa dialética se traduz em um som dançante e ao mesmo tempo cheio de experimentalismo weird.
Classificado como 4 de 5
Tainy
2023
Apesar do conceito interessante, as batidas repetitivas, o excesso de efeitos vocais (comuns na forma mais vulgar do gênero) e as letras fracas e autocongratulatórias sobre autosuperação tornam a experiência um pouco desagradável para mim. Definitivamente, reggaeton e latin-trap não parecem ser o tipo de música que me interessa. Se não fosse pela ideia do conceito e pela capa criada por Hiromasa Ogura, eu provavelmente ignoraria o disco.
Classificado como 2 de 5
Miki Matsubara
1980
Aqui temos mais do que um disco de City Pop; é basicamente um disco de Synth-Funk com um swing pesadíssimo e arranjos excelentes, sem deixar de lado a doçura melancólica típica da cantora
Classificado como 4 de 5
Uriah Heep
1971
No geral, Look at Yourself é um dos melhores e mais coesos discos do Uriah Heep e um ponto alto tanto do heavy metal quanto do rock progressivo dos anos 70.
Classificado como 5 de 5
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