マンハッタン・イン・ザ・レイン
Kingo Hamada
1980
O álbum de estreia de Kingo Hamada revela um estágio embrionário do gênero, sustentado por arranjos sofisticados e uma notável fusão entre Jazz, Soul, Funk e AOR.
Classificado como 5 de 5
悲しみの孔雀, Peacock in Sorrow
Anri
1981
Lançado em 1981, o terceiro álbum da cantora revela uma fase mais melancólica e experimental, pouco antes da transformação que a consagraria como um dos maiores nomes do City Pop japonês.
Classificado como 3 de 5
フレンチ大作戦
GIRLS BE
1997
Elegância pop e cosmopolitismo noventista: O álbum da dupla GIRLS BE mistura lounge jazz, bossa nova e J-pop sob a influência sofisticada do Shibuya-kei, com arranjos delicados e clima ideal para uma audição descontraída.
Classificado como 5 de 5
KIRINJI
2026
KIRINJI encontra o equilíbrio perfeito entre refinamento, groove e acessibilidade
Classificado como 4 de 5
Miki Matsubara
1983
Redescobri Miki Matsubara com esse disco. Tinha me esquecido de como suas músicas eram boas.
Classificado como 4.5 de 5
Miki Matsubara
1980
Em “Cool Cut”, as guitarras de Morizono e Wada conduzem Miki Matsubara a um raro equilíbrio entre melancolia e leveza
Classificado como 3 de 5
Kangaroo
1986
Trata-se de um trabalho com levadas dançantes e sincopadas, marcado por uma forte presença de sintetizadores e um groove intenso.
Classificado como 3 de 5
Hitomi Tohyama
1982
Five Pennys cumpre bem seu papel: é uma escuta leve, ocasional e agradável, sem pretensões artísticas elevadas, mas também sem tropeços evidentes. Os arranjos são bem executados, os vocais adequados, e o conjunto resulta em um produto coeso — ainda que previsível.
Classificado como 3.5 de 5
トラブル・イン・パラダイス
Anri
1986
Na carreira de Anri, não é raro encontrar solos de baixo, teclado e bateria em suas canções — algo incomum no universo pop mais comercial (talvez apenas Prince, entre os artistas mais conhecidos, tivesse uma preocupação semelhante). Neste álbum, a faixa The Torch se destaca por um memorável solo de gaita de Mark Feltham. É a melhor faixa do disco, que é composto por boas canções no geral. Um ótimo trabalho de Anri.
Classificado como 4 de 5
Mariya Takeuchi
2007
Neste disco, encontramos todos os elementos clássicos do Kayōkyoku, o que pode frustrar quem estava à procura de um álbum de City Pop. No entanto, não se pode dizer que seja um disco ruim. Longe disso. As melodias são bonitas, os arranjos são bem feitos e certamente seria uma ótima opção para karaokês.
Classificado como 3 de 5
Mariya Takeuchi
2014
Um disco descontraído, agradável e bem executado. Quer mais o que?
Classificado como 4 de 5
Anri
2017
O tom do álbum é leve e acessível, fazendo com que o ouvinte se envolva facilmente com a música — ideal para uma playlist de dança ou momentos de descontração.
Classificado como 3.5 de 5
Yeule
2019
A primeira coisa que me chamou atenção em yeule foi seu visual. A música foi a segunda coisa que notei, e talvez essa seja a melhor forma de conhecer essa artista. Yeule tem um apelo visual muito marcante, então, além de ouvir suas músicas, eu sugiro dar uma olhada em seus videoclipes, que são belamente produzidos. Música, moda e videoclipes são extensões naturais de sua identidade artística.
Classificado como 4 de 5
天使のいない街で
Blurred City Lights
2024
tenshi no iinai machide foi uma experiência bastante satisfatória para mim, e espero que a banda lance outros álbuns no futuro.
Classificado como 4 de 5
Miki Matsubara
1980
Aqui temos mais do que um disco de City Pop; é basicamente um disco de Synth-Funk com um swing pesadíssimo e arranjos excelentes, sem deixar de lado a doçura melancólica típica da cantora
Classificado como 4 de 5
Yasuha
1983
Trata de um disco agradável de Pop Rock, com influências variadas e bons arranjos instrumentais, especialmente notáveis na guitarra. Estas são as informações essenciais que você precisa saber
Classificado como 3.5 de 5
Yasuha
1984
Este disco apresenta uma combinação equilibrada de algumas baladas pop bastante femininas e doces, junto com outras músicas mais animadas e dançantes, influenciadas pelo funk e rock and roll
Classificado como 3 de 5
Yasuha
1981
Não há uma única música neste disco que não seja no mínimo muito boa. Todas as músicas são tão bem compostas em termos de arranjos, instrumental e variação de estilos que você fica genuinamente impressionado de nunca ter falado nele.
Classificado como 5 de 5
Miki Matsubara
1980
Trata-se de um disco extremamente variado, eclético e muito bem produzido. Ele consegue proporcionar uma noção clara da amplitude estilística do City Pop.
Classificado como 4 de 5
Kaoru Akimoto
1986
Todo o andamento do disco é baseado em sintetizadores ostensivos, melodias cativantes e um ritmo dançante. No entanto, na música de Kaoru, percebemos uma impassividade melancólica, como um choro contido no meio de uma discoteca.
Classificado como 5 de 5
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