Música Experimental
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⣎⡇ꉺლ༽இ•̛)ྀ◞ ༎ຶ ༽ৣৢ؞ৢ؞ؖ ꉺლ
2026
Four Tet, Unicode, anti-search e a pequena sabotagem da música eletrônica contra a lógica da conveniência digital
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Caterina Barbieri
2022
Entre o misticismo de Santa Teresa, o pós-humanismo de Rosi Braidotti e a poesia de Emily Dickinson, Caterina Barbieri transforma o isolamento da pandemia em uma experiência sonora de transcendência.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Caterina Barbieri
2021
Oito maneiras de desintegrar uma mesma música
★★★★★ Classificado como 4 de 5
Caterina Barbieri
2019
Entre sequenciadores, arpejos matemáticos e vertigens cósmicas, Caterina Barbieri recupera a dimensão utópica e extática da música eletrônica
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Caterina Barbieri
2018
O terceiro disco de Caterina Barbieri transforma violoncelo e sintetizadores em uma paisagem espectral, híbrida e hipnótica, situada entre o minimalismo, a música eletroacústica e a experimentação eletrônica.
★★★★★ Classificado como 3.5 de 5
Caterina Barbieri
2017
No segundo álbum de Caterina Barbieri, loops, sintetizadores e estruturas espirais transformam a música eletrônica minimalista em uma experiência hipnótica, contemplativa e quase transcendental.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
The Soft Pink Truth
2026
Como The Soft Pink Truth transforma música de câmara, pós-minimalismo e ruído digital em uma obra que se reinventa a cada audição.
★★★★★ Classificado como 4 de 5
Qasu
2026
A estética da densidade: como o experimentalismo fragmentado do Qasu se transforma em uma psicodelia sombria, coesa e ritualística ao longo da escuta
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Zu
2026
A escuta como fricção entre ordem, ruído e matéria sonora: Zu constrói um organismo rítmico onde os instrumentos se dissolvem e o ouvido é forçado a aprender o estranho
★★★★★ Classificado como 4 de 5
Park Jiha
2025
Em seu último disco, a multi-instrumentista Park Jiha explora texturas, ritmos orgânicos e minimalismo para criar uma "ecologia musical" única
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Yeule
2022
Em seu segundo (e definitivo) álbum, Yeule transforma traumas, falhas digitais e desejos fragmentados em uma ópera cyberpop sobre identidade, dor e libertação.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
David Lynch, Alan Splet e Peter Ivers
1982
A trilha sonora de Eraserhead não apenas molda a atmosfera: ela é a atmosfera
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Sd Laika
2013
That’s Harakiri reúne faixas compostas entre 2011 e 2012, cuja estética sonora permanece fiel ao que Laika já havia esboçado no EP: colagens abruptas de timbres dissonantes, melodias espectrais, camadas de distorção digital e um senso de estrutura que desafia a linearidade tradicional.
★★★★★ Classificado como 4.5 de 5
Yellow Magic Orchestra
1978
Não estamos falando de um álbum comum ou trivial: sua influência na música é gigantesca, especialmente na música eletrônica. Trata-se de um dos discos que mais contribuíram para o desenvolvimento do synth-pop, do hip hop, do techno — especialmente o bleep techno — e, não menos importante, das trilhas sonoras de videogames.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Yeule
2019
A primeira coisa que me chamou atenção em yeule foi seu visual. A música foi a segunda coisa que notei, e talvez essa seja a melhor forma de conhecer essa artista. Yeule tem um apelo visual muito marcante, então, além de ouvir suas músicas, eu sugiro dar uma olhada em seus videoclipes, que são belamente produzidos. Música, moda e videoclipes são extensões naturais de sua identidade artística.
★★★★★ Classificado como 4 de 5