O terceiro disco de Caterina Barbieri transforma violoncelo e sintetizadores em uma paisagem espectral, híbrida e hipnótica, situada entre o minimalismo, a música eletroacústica e a experimentação eletrônica.
No segundo álbum de Caterina Barbieri, loops, sintetizadores e estruturas espirais transformam a música eletrônica minimalista em uma experiência hipnótica, contemplativa e quase transcendental.
A escuta como fricção entre ordem, ruído e matéria sonora: Zu constrói um organismo rítmico onde os instrumentos se dissolvem e o ouvido é forçado a aprender o estranho
Em seu segundo (e definitivo) álbum, Yeule transforma traumas, falhas digitais e desejos fragmentados em uma ópera cyberpop sobre identidade, dor e libertação.
That’s Harakiri reúne faixas compostas entre 2011 e 2012, cuja estética sonora permanece fiel ao que Laika já havia esboçado no EP: colagens abruptas de timbres dissonantes, melodias espectrais, camadas de distorção digital e um senso de estrutura que desafia a linearidade tradicional.
São 11 faixas de distorção caótica, estruturas não lineares e dissonantes, vocais gritados, batidas sincopadas, dinâmicas contrastantes e muita experimentação.
Não estamos falando de um álbum comum ou trivial: sua influência na música é gigantesca, especialmente na música eletrônica. Trata-se de um dos discos que mais contribuíram para o desenvolvimento do synth-pop, do hip hop, do techno — especialmente o bleep techno — e, não menos importante, das trilhas sonoras de videogames.
A primeira coisa que me chamou atenção em yeule foi seu visual. A música foi a segunda coisa que notei, e talvez essa seja a melhor forma de conhecer essa artista. Yeule tem um apelo visual muito marcante, então, além de ouvir suas músicas, eu sugiro dar uma olhada em seus videoclipes, que são belamente produzidos. Música, moda e videoclipes são extensões naturais de sua identidade artística.
O softscars percorre vários temas atuais e nos mostra como a cultura digital pode ser tão despretensiosa quanto um vídeo no TikTok e, ao mesmo tempo, tão assustadora quanto uma notificação no aplicativo de um amigo que resolveu que não quer mais viver.
{{{iii}}}, lançado em 2023, é um trabalho e é tão obscuro quanto intrigante. Se assemelha mais a um quadro pós-moderno traduzido em som do que a um álbum de música de fato.