City Pop

マンハッタン・イン・ザ・レイン
Kingo Hamada
1980
O álbum de estreia de Kingo Hamada revela um estágio embrionário do gênero, sustentado por arranjos sofisticados e uma notável fusão entre Jazz, Soul, Funk e AOR.
Classificado como 5 de 5
悲しみの孔雀, Peacock in Sorrow
Anri
1981
Lançado em 1981, o terceiro álbum da cantora revela uma fase mais melancólica e experimental, pouco antes da transformação que a consagraria como um dos maiores nomes do City Pop japonês.
Classificado como 3 de 5
Miki Matsubara
1983
Redescobri Miki Matsubara com esse disco. Tinha me esquecido de como suas músicas eram boas.
Classificado como 4.5 de 5
Miki Matsubara
1980
Em “Cool Cut”, as guitarras de Morizono e Wada conduzem Miki Matsubara a um raro equilíbrio entre melancolia e leveza
Classificado como 3 de 5
Kangaroo
1986
Trata-se de um trabalho com levadas dançantes e sincopadas, marcado por uma forte presença de sintetizadores e um groove intenso.
Classificado como 3 de 5
Hitomi Tohyama
1982
Five Pennys cumpre bem seu papel: é uma escuta leve, ocasional e agradável, sem pretensões artísticas elevadas, mas também sem tropeços evidentes. Os arranjos são bem executados, os vocais adequados, e o conjunto resulta em um produto coeso — ainda que previsível.
Classificado como 3.5 de 5
トラブル・イン・パラダイス
Anri
1986
Na carreira de Anri, não é raro encontrar solos de baixo, teclado e bateria em suas canções — algo incomum no universo pop mais comercial (talvez apenas Prince, entre os artistas mais conhecidos, tivesse uma preocupação semelhante). Neste álbum, a faixa The Torch se destaca por um memorável solo de gaita de Mark Feltham. É a melhor faixa do disco, que é composto por boas canções no geral. Um ótimo trabalho de Anri.
Classificado como 4 de 5
Mariya Takeuchi
2007
Neste disco, encontramos todos os elementos clássicos do Kayōkyoku, o que pode frustrar quem estava à procura de um álbum de City Pop. No entanto, não se pode dizer que seja um disco ruim. Longe disso. As melodias são bonitas, os arranjos são bem feitos e certamente seria uma ótima opção para karaokês.
Classificado como 3 de 5
Mariya Takeuchi
2014
Um disco descontraído, agradável e bem executado. Quer mais o que?
Classificado como 4 de 5
Anri
2017
O tom do álbum é leve e acessível, fazendo com que o ouvinte se envolva facilmente com a música — ideal para uma playlist de dança ou momentos de descontração.
Classificado como 3.5 de 5
Miki Matsubara
1980
Aqui temos mais do que um disco de City Pop; é basicamente um disco de Synth-Funk com um swing pesadíssimo e arranjos excelentes, sem deixar de lado a doçura melancólica típica da cantora
Classificado como 4 de 5
Yasuha
1983
Trata de um disco agradável de Pop Rock, com influências variadas e bons arranjos instrumentais, especialmente notáveis na guitarra. Estas são as informações essenciais que você precisa saber
Classificado como 3.5 de 5
Yasuha
1984
Este disco apresenta uma combinação equilibrada de algumas baladas pop bastante femininas e doces, junto com outras músicas mais animadas e dançantes, influenciadas pelo funk e rock and roll
Classificado como 3 de 5
Yasuha
1981
Não há uma única música neste disco que não seja no mínimo muito boa. Todas as músicas são tão bem compostas em termos de arranjos, instrumental e variação de estilos que você fica genuinamente impressionado de nunca ter falado nele.
Classificado como 5 de 5
Miki Matsubara
1980
Trata-se de um disco extremamente variado, eclético e muito bem produzido. Ele consegue proporcionar uma noção clara da amplitude estilística do City Pop.
Classificado como 4 de 5
Kaoru Akimoto
1986
Todo o andamento do disco é baseado em sintetizadores ostensivos, melodias cativantes e um ritmo dançante. No entanto, na música de Kaoru, percebemos uma impassividade melancólica, como um choro contido no meio de uma discoteca.
Classificado como 5 de 5
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