Heavy Metal
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Todos / Black Metal / Black Sabbath / Castle Rat / Death Metal / Defacement / Djent / Doom Metal / Goldstar / Heavy Metal / Heavy Metal Japonês / Iron Maiden / Judas Priest / Messa / Metal Alternativo / Metal Sinfônico / Música / Música Japonesa / Nemophila / Ozzy Osbourne / Post-Black Metal / Qrixkuor / Son of Arrakis / Stoner Rock / Tygers of Pan Tang / Vacuous / Vauruvã / Yellow Eyes
Castle Rat
2025
Como uma estética lo-fi oitentista reinventou o Doom sem perder sua densidade sonora
★★★★★ Classificado como 4.5 de 5
Vauruvã
2025
Como Vauruvã funde brutalidade e contemplação em um rito sonoro de três movimentos
★★★★★ Classificado como 4.5 de 5
Yellow Eyes
2025
Um mergulho na anti-peregrinação conceitual do sétimo álbum da banda, onde o viajante confronta tempo, finitude e loucura em um black metal etéreo e opressivo
★★★★★ Classificado como 4.5 de 5
Qrixkuor
2025
Entre o sublime cósmico e a matéria em ruína, Qrixkuor revela um death metal onde a sinfonia não acompanha: ela sentencia.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Black Sabbath
1994
Como o álbum de 1994 captura a lógica dos momentos sobrepostos que definem a história sempre instável do Black Sabbath
★★★★★ Classificado como 3.5 de 5
Vacuous
2025
Como o segundo álbum da banda londrina intensifica o death metal com camadas de caos, melancolia e crítica social inspirada por tragédias reais
★★★★★ Classificado como 4 de 5
Black Sabbath
1983
Entre o erro e o excesso, o álbum com Ian Gillan mostra como a falha pode se tornar força estética e por que Born Again é um dos discos mais subestimados da história do metal.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Son of Arrakis
2022
Em pouco mais de 30 minutos, o Son of Arrakis condensa o épico de Frank Herbert em riffs densos, atmosferas rituais e lirismo mítico. É, sem dúvida, uma das melhores obras musicais já inspiradas em Duna — talvez a melhor desde a magistral “To Tame a Land”, do Iron Maiden.
★★★★★ Classificado como 4 de 5
Son of Arrakis
2022
Em pouco mais de 30 minutos, o Son of Arrakis condensa o épico de Frank Herbert em riffs densos, atmosferas rituais e lirismo mítico. É, sem dúvida, uma das melhores obras musicais já inspiradas em Duna — talvez a melhor desde a magistral “To Tame a Land”, do Iron Maiden.
★★★★★ Classificado como 4.5 de 5
Iron Maiden
2002
Beast Over Hammersmith é o melhor registro ao vivo do Iron Maiden — superior até a Live After Death. E, de certo modo, os incidentes que o atrasaram só aumentaram seu valor. Escutá-lo hoje é como abrir uma cápsula do tempo e testemunhar não apenas um show, mas um momento decisivo em que a história do heavy metal poderia ter sido escrita de outra forma.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Tygers of Pan Tang
1981
Crazy Nights é um registro competente e agradável do hard rock dos anos 80.
★★★★★ Classificado como 3.5 de 5
Nemophila
2025
O disco apresenta um groove metal moderno e consistente, marcado por breakdowns que lembram, em alguns momentos, o Slipknot. Há também inserções de elementos eletrônicos, enquanto os vocais de Mayu alternam entre a agressividade típica do Metalcore e passagens mais leves, com influência do Pop.
★★★★★ Classificado como 3.5 de 5
Ozzy Osbourne
1981
O virtuosismo de Rhoads não pode ser dissociado da percepção de sua brevidade. Assim, de forma póstuma, Diary of a Madman se torna ainda maior, funcionando ao mesmo tempo como obra-prima e epitáfio.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Iron Maiden
1980
Mais do que um cartão de visitas, o primeiro disco do Iron Maiden é uma declaração de intenções. Ele marca o nascimento de uma das maiores bandas da história do rock, já com identidade própria e ambição artística. Seu impacto não se resume ao heavy metal — é uma obra que inspirou gerações de músicos e fãs ao redor do mundo. Revisitá-lo não é apenas um exercício de nostalgia: é redescobrir o poder da criatividade quando aliada à paixão bruta pela música.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Iron Maiden
1983
Piece of Mind consolida muitos dos fundamentos do Iron Maiden: letras com influências cinematográficas, literárias, místicas e mitológicas; performances vocais carregadas de dramaticidade; e uma fusão entre o rock progressivo de bandas como Nektar e Jethro Tull e o rock and roll cru dos anos 70, no estilo de Montrose — artistas que seriam homenageados pelo Iron Maiden em singles e reedições especiais deste e de outros álbuns.
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Judas Priest
1984
Para qualquer lado que eles apontem nesse disco, acertam em cheio, o que torna difícil escolher uma música favorita. Meu lado metaleiro quer optar por Freewheel Burning, Jawbreaker e The Sentinel. Já meu lado Hard Rock fica dividido entre Rock Hard Ride Free, Some Heads Are Gonna Roll ou a bela semi-balada Night Comes Down. E, claro, meu lado gay não hesita em escolher Eat Me Alive.
★★★★★ Classificado como 5 de 5