Música

Brad Mehldau
2025
Uma homenagem delicada e ambiciosa que transforma saudade em música de câmara viva, íntima e luminosa.
Classificado como 4.5 de 5
Black Sabbath
1994
Como o álbum de 1994 captura a lógica dos momentos sobrepostos que definem a história sempre instável do Black Sabbath
Classificado como 3.5 de 5
Vacuous
2025
Como o segundo álbum da banda londrina intensifica o death metal com camadas de caos, melancolia e crítica social inspirada por tragédias reais
Classificado como 4 de 5
Black Sabbath
1983
Entre o erro e o excesso, o álbum com Ian Gillan mostra como a falha pode se tornar força estética e por que Born Again é um dos discos mais subestimados da história do metal.
Classificado como 5 de 5
Masakazu Yoshizawa
1987
Masakazu Yoshizawa e a travessia sonora entre o antigo e o efêmero
Classificado como 5 de 5
Elvin Jones/Jimmy Garrison Sextet feat. McCoy Tyner
1964
Entre a estrutura e o abismo: a luz do ritmo no limiar do free jazz
Classificado como 4.5 de 5
アダンの風
Ichiko Aoba
2020
Entre o mito e a melodia, a cantora japonesa constrói uma jornada etérea sobre exílio, renascimento e o amor imaginado por um lugar que só existe dentro dos sonhos.
Classificado como 5 de 5
Black Sabbath
1975
Entre processos judiciais, paranoia e genialidade, o Black Sabbath canalizou sua fúria em um dos álbuns mais intensos e subestimados da história do heavy metal.
Classificado como 5 de 5
Yeule
2022
Em seu segundo (e definitivo) álbum, Yeule transforma traumas, falhas digitais e desejos fragmentados em uma ópera cyberpop sobre identidade, dor e libertação.
Classificado como 5 de 5
PAGEANT
1987
O título Abysmal Masquerade — literalmente, “máscara abissal” — pode ser lido como uma metáfora do próprio projeto estético da banda: uma encenação sonora em que o esplendor sinfônico serve de máscara para algo mais profundo, talvez sombrio ou introspectivo.
Classificado como 5 de 5
Andrew Hill
2007
A longa travessia de um disco esquecido: as gravações de 1966 que revelam a virada vanguardista de Andrew Hill
Classificado como 4 de 5
Son of Arrakis
2022
Em pouco mais de 30 minutos, o Son of Arrakis condensa o épico de Frank Herbert em riffs densos, atmosferas rituais e lirismo mítico. É, sem dúvida, uma das melhores obras musicais já inspiradas em Duna — talvez a melhor desde a magistral “To Tame a Land”, do Iron Maiden.
Classificado como 4 de 5
Son of Arrakis
2022
Em pouco mais de 30 minutos, o Son of Arrakis condensa o épico de Frank Herbert em riffs densos, atmosferas rituais e lirismo mítico. É, sem dúvida, uma das melhores obras musicais já inspiradas em Duna — talvez a melhor desde a magistral “To Tame a Land”, do Iron Maiden.
Classificado como 4.5 de 5
Andrew Hill
1987
Entre o ragtime e a abstração pós-bop, Hill transforma o piano solo em um laboratório de forma, ritmo e harmonia — um estudo cubista em linguagem musical.
Classificado como 4.5 de 5
Miki Matsubara
1983
Redescobri Miki Matsubara com esse disco. Tinha me esquecido de como suas músicas eram boas.
Classificado como 4.5 de 5
Casiopea
1988
No conjunto, Casiopea World Live ’88 é um registro impressionante que traduz o virtuosismo e a energia do Casiopea no auge de sua trajetória criativa.
Classificado como 5 de 5
Iron Maiden
2002
Beast Over Hammersmith é o melhor registro ao vivo do Iron Maiden — superior até a Live After Death. E, de certo modo, os incidentes que o atrasaram só aumentaram seu valor. Escutá-lo hoje é como abrir uma cápsula do tempo e testemunhar não apenas um show, mas um momento decisivo em que a história do heavy metal poderia ter sido escrita de outra forma.
Classificado como 5 de 5
Miki Matsubara
1980
Em “Cool Cut”, as guitarras de Morizono e Wada conduzem Miki Matsubara a um raro equilíbrio entre melancolia e leveza
Classificado como 3 de 5
Tygers of Pan Tang
1981
Crazy Nights é um registro competente e agradável do hard rock dos anos 80.
Classificado como 3.5 de 5
Nemophila
2025
O disco apresenta um groove metal moderno e consistente, marcado por breakdowns que lembram, em alguns momentos, o Slipknot. Há também inserções de elementos eletrônicos, enquanto os vocais de Mayu alternam entre a agressividade típica do Metalcore e passagens mais leves, com influência do Pop.
Classificado como 3.5 de 5
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