Jazz

Elvin Jones/Jimmy Garrison Sextet feat. McCoy Tyner
1964
Entre a estrutura e o abismo: a luz do ritmo no limiar do free jazz
Classificado como 4.5 de 5
Andrew Hill
2007
A longa travessia de um disco esquecido: as gravações de 1966 que revelam a virada vanguardista de Andrew Hill
Classificado como 4 de 5
Andrew Hill
1987
Entre o ragtime e a abstração pós-bop, Hill transforma o piano solo em um laboratório de forma, ritmo e harmonia — um estudo cubista em linguagem musical.
Classificado como 4.5 de 5
Casiopea
1988
No conjunto, Casiopea World Live ’88 é um registro impressionante que traduz o virtuosismo e a energia do Casiopea no auge de sua trajetória criativa.
Classificado como 5 de 5
Andrew Hill
1989
Com bases sólidas no post-bop, o álbum incorpora influências da música caribenha e da bossa-nova, especialmente em Samba Rasta. O destaque, além do próprio Andrew Hill, é Bobby Hutcherson, cujo vibrafone acrescenta um caráter mais latino e colorido ao som do grupo.
Classificado como 4 de 5
人間
385
2013
São 11 faixas de distorção caótica, estruturas não lineares e dissonantes, vocais gritados, batidas sincopadas, dinâmicas contrastantes e muita experimentação.
Classificado como 5 de 5
Charles Mingus
1974
O disco captura uma banda em estado de combustão, alimentada por polirritmia, tensões harmônicas, espiritualidade e ousadia formal. Se há um momento em que o jazz parece se reconfigurar ao vivo, sem concessões e sem perder a alma, é neste álbum. Mais que um show, Mingus at Antibes é uma revelação.
Classificado como 5 de 5
Anli Sugano
1983
O disco transita por zonas seguras do smooth jazz e do easy listening, mas é bem tocado, bem gravado e bem cantado — não tenho do que reclamar.
Classificado como 3 de 5
Bixiga 70
2023
Vapor mostra uma banda segura do que faz, com arranjos bem definidos e um repertório que combina diferentes influências sem parecer forçado. É um disco que vale a escuta e funciona tanto para quem quer prestar atenção nos detalhes quanto para quem quer apenas ouvir boa música instrumental.
Classificado como 4 de 5
Charles Mingus
2024
Embora Incarnations seja mais uma coletânea de takes alternativos do que um álbum perdido, a inclusão de "All the Things You Are (All)" a torna uma audição essencial para os fãs de Mingus e uma ótima maneira de revisitar um artista em um momento de equilíbrio estilístico.
Classificado como 5 de 5
Andrew Hill
2002
O disco, como um todo, se assemelha a uma fanfarra alternada de interlúdios contemplativos com colorações instrumentais variadas. Bravíssimo!
Classificado como 5 de 5
Andrew Hill
1964
As notas de Hill são agradáveis, mas, se ouvidas com atenção, revelam rupturas e um virtuosismo ousado. O mesmo se aplica às intervenções de John Gilmore. O vibrafone de Hutcherson complementa as melodias de Hill com delicadeza, enquanto a base rítmica de Chambers e Davis sustenta as camadas dessas performances incríveis.
Classificado como 4 de 5
Andrew Hill
1991
Trata-se de um disco de post-bop, fiel ao estilo da Blue Note e à década de 1950: complexo, harmonicamente ousado, com improvisações livres e ênfase em melodias rápidas.
Classificado como 4 de 5
Minako Yoshida
1983
Trata-se de um dos melhores discos ao vivo que eu já ouvi na minha vida. Ele é uma mistura refinada de City Pop, Jazz, Fusion  e Funk. Tanto a performance de Minako Yoshida quanto da banda de apoio são impecáveis.
Classificado como 5 de 5
Minako Yoshida
1953
Monster in Town é um testemunho do talento multifacetado de Minako Yoshida
Classificado como 3.5 de 5
Minako Yoshida
1980
A maioria das músicas são baladas construídas sobre harmonias de vocais suaves e um impressionante virtuosismo delicado nas guitarras.
Classificado como 4 de 5
Ryo Fukui
1999
Este é um disco de jazz modal elegante, com um swing delicado, que faz você querer ficar em silêncio, fechar os olhos, balançar a cabeça e estalar os dedos.
Classificado como 5 de 5
Minako Yoshida
1982
Descobrir Minako Yoshida e sua música foi uma experiência enriquecedora que me revelou a profundidade e a versatilidade do City Pop. Sua habilidade como compositora, arranjadora e multi-instrumentista, especialmente destacada em álbuns como "Light'n Up", mostra o quão talentosa e influente ela é.
Classificado como 5 de 5
Kimiko Kasai
1974
A performance de Cedar Walton e a voz poderosa, ao mesmo tempo tímida, de Kimiko Kasai conferem ao disco sua beleza única.
Classificado como 4 de 5
Kimiko Kasai
1979
Uma das coisas mais interessantes e atraentes em Kimiko Kasai é a explosão performática nas músicas e os agradecimentos tímidos entre uma música e outra. Acho isso muito legal.
Classificado como 5 de 5
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