SML
2026
Em Spontaneous Music Live, o improviso deixa de ser apenas uma técnica e se transforma no próprio processo de criação, fazendo da música uma experiência viva, imprevisível e irrepetível.
Classificado como 4.5 de 5
Adam O'Farrill
2026
Adam O'Farrill constrói um jazz fluido e imagético, em que os instrumentos parecem estar constantemente se transformando
Classificado como 5 de 5
Minako Yoshida
1982
Em seu décimo álbum de estúdio, a cantora japonesa substitui o calor do City Pop por uma estética minimalista, eletrônica e deliberadamente artificial,
Classificado como 3.5 de 5
Masayoshi Tanaka
1978
Masayoshi Takanaka transforma a imagem idealizada do Brasil em um exuberante exercício de jazz fusion, revelando tanto o fascínio estrangeiro pela cultura brasileira quanto os limites dessa representação.
Classificado como 3.5 de 5
Herbie Hancock
1983
Como Herbie Hancock transformou a precisão eletrônica do electro-funk em uma nova linguagem para a improvisação jazzística.
Classificado como 5 de 5
Charles Mingus
1975
Mingus transformou liberdade, conflito e emoção em uma das obras mais sofisticadas da história do jazz.
Classificado como 5 de 5
Charles Mingus
2024
Coletânea de gravações raras de 1960 revela performances inéditas, sessões históricas e a tradição do jazz de transformar material de arquivo em novas descobertas artísticas.
Classificado como 4.5 de 5
Casiopea
1995
Virtuosismo técnico, controle absoluto e sofisticação instrumental em uma experiência de escuta surpreendentemente leve e acessível
Classificado como 3 de 5
Casiopea
1984
Lançado em 1984, o nono álbum da banda Casiopea sintetiza a fase clássica do grupo ao unir técnica refinada, produção polida e uma abordagem acessível do jazz fusion, marcada por leveza, swing e precisão musical.
Classificado como 4.5 de 5
R&B Organ Trio
2026
Quando menos é mais: groove, escuta e tradição em forma de trio
Classificado como 4 de 5
Lucas Santana Grand Orchestra
2026
Arranjos, conceito e identidade afro-brasileira no disco ao vivo da Lucas Santana Grand Orchestra
Classificado como 4 de 5
Anli Sugano
1982
Um álbum pensado menos para ser lembrado e mais para ser ouvido
Classificado como 3 de 5
Sandra-Mae Lux
2025
Uma releitura estética do Great American Songbook. Canções originais, estrutura clássica e a metáfora das estações como eixo narrativo de um jazz deliberadamente atemporal.
Classificado como 4 de 5
Brandee Younger
2025
Intimidade doméstica, jazz espiritual e a transmissão de uma herança sonora
Classificado como 4 de 5
Marshall Allen’s Ghost Horizons
2025
Um documento sonoro da vitalidade e da imaginação radical de Marshall Allen
Classificado como 5 de 5
Gonzalo Rubalcaba
2025
Um encontro entre líderes musicais em que a escuta coletiva transforma diferenças, improviso e conflito em uma arquitetura sonora coesa
Classificado como 4.5 de 5
Kamasi Washington
2025
Uma trilha cinematográfica que dialoga com Cowboy Bebop e o assombro cósmico do cinema de Stanley Kubrick
Classificado como 5 de 5
Keith LaMar e Albert Marquès
2025
Jazz, spoken word e ambiguidade moral: entre ostinatos de resistência, memória carcerária e a tensão irreconciliável entre justiça, crença e sobrevivência existencial
Classificado como 5 de 5
Theon Cross
2025
O disco que insere a tuba no centro do palco e retoma sua história esquecida dentro da linhagem do jazz
Classificado como 5 de 5
Brad Mehldau
2025
Uma homenagem delicada e ambiciosa que transforma saudade em música de câmara viva, íntima e luminosa.
Classificado como 4.5 de 5
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