A estreia de Minako Yoshida nos anos 80 marca também sua entrada no City Pop. Assim como os melhores discos do gênero, este trabalho explora um amalgama de estilos. Monochrome flerta com R&B, jazz e um pouco de funk. O andamento do disco é lento e sexy, tal como a capa, e seus arranjos são ao mesmo tempo elaborados e minimalistas.

A maioria das músicas são baladas construídas sobre harmonias de vocais suaves e um impressionante virtuosismo delicado nas guitarras. Apesar de o vocal e das melodias serem o principal cartão de visitas, o que realmente impressiona neste disco, numa audição atenta, é que a parte instrumental é incrivelmente técnica. Isso não é algo que normalmente se destaca em um estilo comercial.

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