O terceiro disco de Caterina Barbieri transforma violoncelo e sintetizadores em uma paisagem espectral, híbrida e hipnótica, situada entre o minimalismo, a música eletroacústica e a experimentação eletrônica.
No segundo álbum de Caterina Barbieri, loops, sintetizadores e estruturas espirais transformam a música eletrônica minimalista em uma experiência hipnótica, contemplativa e quase transcendental.