Machado de Assis

Machado de Assis
1908
Melancolia, tanatografia e a estética da atenuação em Memorial de Aires.
Classificado como 5 de 5
Machado de Assis
1904
O Pessimismo Histórico de Machado de Assis e a permanência das estruturas políticas no Brasil oitocentista.
Classificado como 5 de 5
Machado de Assis
1899
Capitu NÃO traiu Bentinho. Ciúme, memória e autoengano na arquitetura narrativa de Dom Casmurro de Machado de Assis.
Classificado como 5 de 5
Machado de Assis
1891
Quincas Borba é menos um romance sobre heranças e delírios e mais um estudo cruel sobre o homem civilizado — um animal competitivo, ilusório e trágico, condenado a lutar eternamente por um campo de batatas que nunca lhe pertence de fato
Classificado como 5 de 5
Machado de Assis
1878
Iaiá Garcia, último romance dito “romântico” de Machado de Assis, retrata um triângulo amoroso em que passado, presente e futuro se entrelaçam, revelando tensões sentimentais, familiares e sociais que anunciam a maturidade do escritor.
Classificado como 4 de 5
Machado de Assis
1876
Helena é uma fusão de tragédia grega e drama shakespeariano, com contornos emocionais típicos da sensibilidade latina — intensa, melodramática e barrocamente humana.
Classificado como 4.5 de 5
Machado de Assis
1874
Embora não seja um romance de que eu particularmente goste, a leitura apenas aumentou minha admiração pelo escritor. Não apenas pela qualidade da escrita, mas pela organização metódica invejável do enredo.
Classificado como 3 de 5
Machado de Assis
1872
Em sua economia narrativa e profundidade psicológica, Ressurreição é mais que um romance de estreia: é um prenúncio da genialidade machadiana.
Classificado como 5 de 5
Machado de Assis
1880
Memórias Póstumas de Brás Cubas é, sem dúvida, um dos motivos que me fazem ter orgulho de ser brasileiro.
Classificado como 5 de 5
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