Quincas Borba é menos um romance sobre heranças e delírios e mais um estudo cruel sobre o homem civilizado — um animal competitivo, ilusório e trágico, condenado a lutar eternamente por um campo de batatas que nunca lhe pertence de fato
Iaiá Garcia, último romance dito “romântico” de Machado de Assis, retrata um triângulo amoroso em que passado, presente e futuro se entrelaçam, revelando tensões sentimentais, familiares e sociais que anunciam a maturidade do escritor.
Helena é uma fusão de tragédia grega e drama shakespeariano, com contornos emocionais típicos da sensibilidade latina — intensa, melodramática e barrocamente humana.
Embora não seja um romance de que eu particularmente goste, a leitura apenas aumentou minha admiração pelo escritor. Não apenas pela qualidade da escrita, mas pela organização metódica invejável do enredo.