David Lynch
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David Lynch
1977
O Pesadelo como Forma e Linguagem: Alienação, grotesco e ambiguidade simbólica na estreia de David Lynch, entre Kafka e a estética do delírio
★★★★★ Classificado como 5 de 5
David Lynch
2002
A coletânea The Short Films of David Lynch revela que o grotesco, o humor absurdo e a lógica dos sonhos já estavam presentes em Lynch desde o início
★★★★★ Classificado como 4 de 5
Twin Peaks: Fire Walk with Me,
David Lynch
1992
Como David Lynch recusou concessões, enfrentou a rejeição e transformou Fire Walk with Me em um manifesto radical de fidelidade à própria visão
★★★★★ Classificado como 5 de 5
The Straight Story
David Lynch
1999
Como a simplicidade, a lentidão e a dignidade do cotidiano se tornam um gesto estético e moral radical
★★★★★ Classificado como 5 de 5
The Elephant Man
David Lynch
1980
Entre a estética industrial, a ética burguesa e a herança cristã da compaixão
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Mulholland Drive
David Lynch
2001
Como David Lynch transforma um colapso psíquico em uma narrativa onírica sobre desejo, fracasso e a violência simbólica do cinema
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Inland Empire
David Lynch
2006
Como David Lynch dissolve narrativa, identidade e forma ao transformar o cinema em um fluxo onírico de baixa fidelidade, sensação pura e caos metalinguístico
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Lost Highway
David Lynch
1997
Identidade fragmentada, culpa, loops temporais e a lógica dos sonhos na obra mais enigmática do diretor
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Blue Velvet
David Lynch
1987
Como David Lynch articula violência, erotismo e cotidiano para revelar a inquietante topologia do inconsciente americano sem se tornar um crítico vulgar
★★★★★ Classificado como 5 de 5
Wild at Heart
David Lynch
1990
Entre Elvis, O Mágico de Oz e o inferno americano, Wild at Heart é uma jornada simbólica sobre o desejo, o inconsciente e a impossível harmonia entre inocência e violência.
★★★★★ Classificado como 5 de 5